Como Escrever Boas Histórias de Terror

13 Truques Explicados Passo a Passo para Você Escrever suas próprias Histórias de Terror Sem Dificuldades.

13 Truques para Você Escrever Histórias de Terror Sem Dificuldades

Você pode já ter tentado escrever algumas histórias de terror  mas não ficou contente com o resultado. Existem muitas dúvidas para escritores novos ou experientes a respeito de qual a melhor maneira de escrever boas histórias de terror. A seguir vamos destrinchar alguns segredos e apresentar alguns truques para você escrever histórias de terror assustadoras e com muito mais facilidade. Ao final do artigo, apresentaremos um resumo de todos os truques descritos para que você compreenda 100% o processo criativo, para aprender, melhorar e escrever histórias de terror incríveis e assustadoras.

Assim como você, muitas pessoas têm dificuldades em escrever histórias de terror Às vezes temos boas ideias mas não conseguimos organizar transformá-las numa boa e assustadora história. Para ajudar, vamos colocar 13 pontos que vão servir de guia para preparar o início, meio e fim da história. Além disso, vamos demonstrar como escolher os melhores argumentos para fazer histórias diferentes. Faremos uma breve explicação a respeito de criação de personagens e suas características. Nesta página você vai conhecer alguns segredos de processo criativo para conseguir montar uma linha inicial coesa, que será sua guia para cada história.

Caso você já tenha identificado sua dificuldade, siga lendo. As dicas a seguir podem servir também para você aperfeiçoar através da técnica criativa.

Passo a Passo para Escrever uma Boa História de Terror

  1. Escolha o Tamanho da História
  2. Escolha o Seu Clichê
  3. Defina o Cenário
  4. Escolha os Personagens
  5. Defina o Centro da Ação
  6. Crie o Final da História
  7. Defina a Linha do Tempo
  8. Prepare a Introdução e o Desenvolvimento da História
  9. Escreva a Primeira Versão da História Completa
  10. Confira o Nexo Lógico
  11. Leia, Releia e Corrija
  12. Faça a Versão Final
  13. Publique suas Histórias

01- Escolha o Tamanho da História

É importante escolher bem o tamanho da história. Sabendo exatamente a extensão, fica mais fácil de encaixar os textos e limitar a quantidade de personagens. Comece identificando, por exemplo, se há necessidade de capitular sua história. Caso você não veja sentido, será melhor contar uma história de terror curta.

Caso veja uma necessidade de adicionar capítulos, será necessário trabalhar com histórias mais longas (no estilo novela ou série) para que você adquira a atenção de seus leitores publicando novos capítulos periodicamente. Os dois tipos de Texto, podem ser publicados na Plataforma Recanto das Letras (onde você também poderá divulgar seus livros).

Para Efeitos de Padronização, vamos definir como história curta o Conto de Terror: Passos No Sótão. Este conto possui aproximadamente 1.000 palavras e podemos considerar um conto curto. Para definir histórias mais longas e capituladas, podemos considerar o Conto de Terror: Eles Ainda Têm Fome. Este conto possui aproximadamente 5.500 palavras.

Para facilitar o estabelecimento de métricas, vamos definir que uma história de terror curta pode ter apenas um capítulo e aproximadamente 1.000 palavras. Já para um conto de terror mais extenso, vamos definir como: a partir de 5 capítulos com aproximadamente 900 palavras, cada capítulo. Desta forma estabelecemos um régua que vai nortear sua criação.

Você não precisa seguir à risca este tamanho para escrever histórias de terror, mas definimos uma base para você ter seu ponto de partida. Afinal, uma história, ainda que curta, pode exigir mais que mil palavras, se for o caso de utilizar diversos personagens ou descrição mais detalhada de cenários e acontecimentos.

02 – Escolha o Seu Clichê

Histórias e Contos de Terror são baseadas em Clichês. Ou seja, todas têm um ponto de partida para que seja desenvolvido o enredo. Por exemplo de clichês temos: Fatos Desconhecidos, Fatos Sobrenaturais, Ovnis, Fantasmas, Crimes, Monstros, Teorias da Conspiração, Zumbis, Lendas Urbanas, Mistérios do Mundo etc. Quando você escolhe um clichê, você já tem definido o Objeto da história. Isso pode ser meio intuitivo, mas quando falta inspiração, você pode entrar pelo caminho do processo criativo.

Repare que dentro dos clichês, podemos encontrar mais assuntos relevantes que podem fazer parte dos Contos de Terror . Por exemplo, no caso de escrever uma história de terror de fantasmas, podemos definir se será apenas a respeito de aparições ou se escolheremos que os fantasmas vêm de um legado. Ou seja, será uma história de terror de fantasmas baseada em uma maldição.

Ou então se decidirmos escrever uma história de terror de Zumbis, onde definimos que esses zumbis são fruto de um recém acontecido acidente nuclear. neste caso não há legado, mas um acontecimento que acaba de acontecer e traz consequências em tempo real. O clichê abre possibilidades de escolher diversos vetores de ação, que veremos mais tarde como definir.

03 – Defina o Cenário

Quando você escolhe o clichê da história, é hora de definir o cenário. Você pode considerar o cenário como um lugar, mas também como um determinado período da história. Um fato real que pode dar uma base física para seu conto de terror, pode ajudar você a não se perder nas descrições e mapeamento de onde a história se passa.

O cenário pode ser dividido em partes, para você organizar melhor o enredo, pode definir o cenário onde ocorre a ação e cenários de suporte, ou seja aqueles que podem ser avalistas de aspectos de sua história de terror que necessitem de um legado ou uma linha de tempo.

O Cenário, na hora de contar a história, não necessariamente precisa ser descrito em todos os aspectos. Você pode, por exemplo, contar uma história que se passa em um quarto escuro, onde você descreve apenas a posição de alguns móveis e conta uma história de terror de caráter mais intimista, com um suspense mais emocional. Isto vai depender de como você imagina as cenas do seus Contos de Terror .

É importante que o cenário seja propício para os acontecimentos, para que haja suspense e terror sem exageros de ficção, isso fará com que seu conto de terror fique mais real e mais intenso.

04 – Escolha os Personagens

Os personagens são parte importante da história. Para você escrever uma boa história de terror é importante ter personagens marcantes pois eles é que dão vida à sua história. Porém não é necessário uma grande quantidade. Em alguns Contos de Terror curtos é preferível ter poucos personagens para que a história seja mais curta e melhor amarrada à narrativa. Caso não tenha muita experiência, prefira focar em poucos e marcantes personagens.

A escolha dos personagens pode seguir um padrão básico: protagonistas, Antagonistas, Secundários. No Caso de contos de terror curtos, você deve se prender aos protagonistas e antagonistas e reduzir a quantidade de personagens para dar mais fluidez à história.

Protagonistas são os personagens principais, geralmente os mocinhos da história. Antagonistas são aqueles que realizam as ações contrárias aos protagonistas. Secundários são os personagens acessórios que aparecem pouco e dão algum tipo de suporte para os protagonistas ou antagonistas, um tipo de escada para uma subida na tensão da história ou um alívio no caso de uma breve pausa para a escalada do momento crítico. Os personagens secundários também servem para amarrar um final mais triunfante e podem ser inseridos e sacados da história quando o autor entender que já é hora.

Vale lembrar que há um bom mercado para histórias de terror mais curtas, isso vem junto com o pouco tempo que as pessoas têm para ler suas histórias. Por isso, prefira poucos personagens pois se a história não puder ser compreendida, ou ficar muito cortada para explicações, o leitor pode perder o interesse.

No caso de escrever histórias de terror maiores, você pode acrescentar mais personagens. Caso tenha dificuldade em se organizar, você pode ir adicionando personagens à história de acordo com o avanço dos capítulos, isto também facilitará sua vida na hora de reler o capítulo e corrigir algumas coisas que possam ter ficado repetitivas ou pouco compreensíveis.

Na hora de descrever os personagens, não fique preso à aparência física. Prefira descrever o personagem já nas situações aterrorizantes e dê ao leitor a possibilidade de imaginar como seria o personagem realmente. Isso o deixa mais dentro da história. Ele pode mesmo se imaginar dentro da história. Escrever uma boa história de terror é também dar ao leitor a chance de viver aquela história. Um conto de terror que descreve uma ação aterrorizante com rapidez e sagacidade pode deixar o leitor mais interessado ainda e tornar a leitura mais assustadora.

Lembre-se que nomes e características físicas de personagens são detalhes que você pode alterar sem problemas, preocupe-se mais em definir as características fundamentais de cada um nesta fase.

05 – Defina o Centro da Ação

Definir o centro da ação é muito importante para o leitor compreenda do que se trata. Para ficar mais fácil, você pode escrever um Storyline a respeito da história que deseja contar. Por exemplo: vou contar uma história de uma garota que fica sozinha na casa dos pais e é surpreendida por fantasmas que moravam na casa e se manifestavam de forma violenta. Este Storyline é uma síntese do Conto de Terror: Passos no Sótão. Lendo a história você vai compreender que esse resumo é o que acontece durante o conto. O resto é apenas desenvolvimento para que se torne uma história de terror curta.

Neste caso podemos definir o centro da ação como: a manifestação dos espíritos da casa, aterrorizando a garota. Portanto, toda a descrição do cenário, a caracterização do personagem, deve ser feita pensando em quais serão os pontos fortes e fracos na hora de enfrentar os medos decorrentes das manifestações sobrenaturais. Sempre tendo em mente a ação central que torna a história assustadora.

É importante que você se concentre na ação para localizar os personagens dentro do cenário no lugar e na hora certa, para que a descrição da cena fique assustadora e para que haja suspense e o leitor prenda a respiração. Esta intensidade, mesmo que modulada durante o conto, decorre de uma boa ação central onde os agentes se encaixam e o cenário permite que tanto os personagens quanto o terror possam coexistir e a história fique bem fluente.

06 – Crie o Final da História

Pode parecer não estar certo, mas definir como termina sua história vai ajudar você a desenvolver um roteiro que tenha ligação. Definindo como você deseja que terminem os personagens e a história, você pode facilmente desenvolver um raciocínio lógico para seu conto de terror. É simples de fazer quando você define que sua história termina de um determinado jeito. Aí você se pergunta onde estavam os personagens e como eles terminaram daquela forma. Então é só descrever o caminho percorrido para aquele desfecho, lembrando sempre do centro da ação, dos personagens e do cenário.

É uma maneira fácil de desenvolver o texto sem que haja “barriga” ou que você acabe se perdendo no meio da escrita. Este truque ajuda a focar o desenvolvimento para um fim que já se conhece. O final da história geralmente é o que causa mais dificuldade, esta técnica auxilia você a passar pela fase de fechar a argumentação com muito mais agilidade e facilidade.

07 – Defina a Linha do Tempo

Com todos os elementos definidos anteriormente e já com o final da história em mãos, você pode focar em montar um diagrama com a linha do tempo dos acontecimentos. Se desejar, pode montar uma tabela. Será sua guia tanto para o alinhamento da história, como para a leitura e correção de eventuais erros ou detalhes que não estão de acordo com o que você deseja.

Lembre-se que toda a história de terror, curta ou capitulada, tem momentos de respiro, a ação começa e deve oscilar entre momentos quentes e mais tranquilos, geralmente preparatórios para o ápice da ação. Na linha do tempo você define estes momentos através de um diagrama visual que vai te ajudar a montar um padrão de qualidade. Isso vai ajudar muito a escrever não apenas uma, mas várias histórias aterrorizantes.

08 – Prepare a Introdução e o Desenvolvimento da História

De posse do seu diagrama com a linha do tempo, chegou a hora de caprichar na introdução e no desenvolvimento. Você já sabe como a história termina  – determinamos isso no item 06  – agora é hora de escrever como ela começa e o que acontece até o final. Quando não sabemos bem como iniciar, podemos utilizar uma técnica comum a muitos autores que é a apresentação do cenário junto com o personagem principal. Já aproveitando para ambientar no tempo a nossa história.

Por exemplo: “Quando a luz apagou, a garota pega seu celular para conferir as notícias sobre a queda de luz em sua cidade”. Já sabemos que é uma história que acontece nos tempos atuais e é protagonizada por uma garota, além disso ela está em sua casa. Isso não impede que ela saia de casa e que o cenário seja a rua.

Durante o desenvolvimento que criaremos a partir da introdução, diremos se ela saiu de casa ou se ficou lá dentro, se havia mais pessoas com ela ou se todos sumiram misteriosamente. Tudo de acordo com o que definimos anteriormente como: cenário, centro da ação, personagens, final da história, linha do tempo etc.

Se você reparar bem, estamos montando uma história baseada em um modelo de argumentação. Suas histórias somente ficarão repetitivas se você utilizar sempre os mesmos clichês e personagens. Porém, se utilizar esta matriz de argumentação como plataforma e trabalhar com diferentes clichês, cenários personagens e finais distintos, você conseguirá escrever histórias inéditas sem grandes dificuldades.

O desenvolvimento, é bom destacar, trata-se de uma preparação para o final. Quanto mais surpreendente for o final da história, mais sucesso ela fará. As pessoas, além de se assustarem, desejam ser surpreendidas ao final da história. Por isso o desenvolvimento deve ser preparado cuidadosamente para levar ao final triunfante da história.

09 – Escreva a Primeira Versão da História Completa

Junte todas as partes da história de terror que você tem escrita. Coloquem em ordem os acontecimentos respeitando os momentos e a fluência e moderação de intensidade que definiu na linha do tempo.

Para facilitar a sua correção, dependendo o tamanho da história, você pode dividir em Início, Meio e Fim, organizando a história em apenas 3 parágrafos (apenas para visualização). Desta maneira, você facilita a visualização dos momentos específicos da história.

10 – Confira o Nexo Lógico

Leia sua história com atenção e verifique, ainda mantendo a estrutura e divisão de 3 parágrafos, se existe nexo entre a introdução o meio e o fim. Você pode, também, ler o fim da história e voltar ao começo fazendo perguntas: O personagem principal saiu do ponto “A” no início para o ponto “B” no fim? Através do desenvolvimento ficou claro como essa transição de “A” para “B” aconteceu? Ficou duvidoso? É Plausível (lembre-se que a história de terror mistura elementos fantasiosos que podem ser exagerados, mas você deve observar alguma plausibilidade para evitar uma “barriga” ou a perda de sentido muito grande.

Por exemplo, suponha que sua história é sobre fantasmas e você coloca um vampiro que faz diferença no rumo da história. Isso faz com que o personagem ganhe um aspecto negativo, como se ele apenas estivesse ali pra mudar a história de forma a dar sentido ao final. Isso pode soar como um retalho e prejudicar a maneira como as pessoas percebem a sua história de terror.

Lembre-se que o Meio da história ou Desenvolvimento, é uma ponte para o fim triunfante, do qual já falamos. Ele não é mais ou menos importante, ele é tão importante quanto os outros trechos (Início e Fim)

O Nexo lógico deve ser verificado, portanto, entre todas as etapas da história, inclusive dentro das sub-etapas, que seriam aquelas modulações de ação, conforme descrevemos no item: 07 – Defina a Linha do Tempo.

Uma vez que exista um laço forte entre as etapas você pode passar para a próxima fase do desenvolvimento de sua história de terror. Porém, se você acredita que ainda não esteja totalmente fluente a história, verifique com atenção as frases ou fases de transição de uma cena para outra.

Se estiver com dificuldade de perceber o nexo da história se formando, pense em cada fase como uma cena. Imagine e descreva como o cenário, a situação, o personagem e a ação passam de uma cena a outra.

Não tenha medo e nem receio de descrever a mudança de cenário, lembre-se que o leitor, à medida que se aprofundar e concentrar na história de terror, vai formar imagens na cabeça. A descrição de detalhes, desde que não aumentem demais o tamanho do texto, podem deixar a história mais assustadora e facilitar a compreensão do nexo lógico.

11 – Leia, Releia e Corrija

Depois de conferir o nexo causal e corrigir as possíveis falhas e barrigas, leia mais algumas vezes com olhar crítico. Não se incomode com suas próprias críticas e não tenha medo de ler a história e achá-la incompleta. Faz parte do processo essa melhoria da história.

Você pode pedir a alguém que leia a história e dê um parecer crítico e sincero sobre o que está sendo descrito. Pergunte sobre os personagens, cenário ação etc. Busque saber qual a percepção do leitor em relação à história. Corrija o que for necessário e faça uma revisão mais apurada.

12 – Faça a Versão Final

Agora que você leu e obteve impressões de outros leitores, você pode preparar a versão final de sua história de terror. Nesta fase você deve estar convicto de que a história está boa.

À medida que você avançar em sua carreira de escritor, você saberá mais a respeito dos leitores e conseguirá fazer histórias cada vez melhores. Além disso, a experiência fará uma grande diferença, diminuindo a ansiedade e a insegurança naturais, principalmente na fase de versão final da história.

É muito comum uma incerteza quanto ao resultado da história depois de decidir a versão final. Por isso esse modelo de criação de histórias de terror pode servir para você como um Checklist. A partir deste modelo você pode desenvolver suas próprias metodologias e ficar um craque na autoria de histórias de terror.

13 – Publique suas Histórias

A hora mais prazerosa. Aquela mais esperada por qualquer autor: publique suas histórias. Escolha como deseja fazer, se em plataformas digitais ou livros físicos e se serão publicadas em seu próprio site ou plataformas colaborativas de conteúdo como a Plataforma Recanto das Letras.

Você pode também decidir publicar sua história em todas as plataformas possíveis. No começo, é importante publicar nas plataformas colaborativas e colher o máximo de opiniões. À medida que as pessoas lêem elas fazem comentários etc.

Isso ajuda a melhorar e perceber quais os temas mais relevantes e aqueles que mais são buscados para leitura.

Plataformas para Publicação de Histórias de Terror

Wattpad

O Wattpad é uma plataforma gratuita e bastante ampla que cobre diversos tipos de publicações. Está mais para uma rede social de conteúdo literário. Possui grande acervo de membros e possibilita aos autores uma gama de ferramentas para publicação, atualização e interação. 

Você pode seguir e ter seguidores, o que facilita na hora de produzir e distribuir conteúdos novos, pois à medida que seus conteúdos crescem, você tem uma base a ser notificada sobre novidades em seu perfil.

O conteúdo é dividido por categorias, o que facilita para sua história de terror ficar bem dividida entre os diversos tipos de conteúdo. Além disso, você pode classificar sua história de terror por hashtags, o que vai facilitar na hora de utilizar a busca dentro da ferramenta. 

A melhor maneira de conseguir mais seguidores e ter mais retenção de seu público no Wattpad é escrever histórias capituladas. Mesmo com capítulos menores, histórias de terror no Wattpad são melhor apreciadas quando em capítulos. 

Conheça mais: wattpad.com

Recanto das Letras

O Recanto das Letras é um site para publicação de conteúdo literário. Nesta plataforma você pode publicar sua história de terror, suspense ou outros gêneros dentro da categoria adequada e verificar sua performance entre os mais lidos da semana de publicação.

Com uma interface bastante intuitiva, o Recanto das Letras também possibilita uma grande possibilidade de você entender a qualidade de seus contos e histórias de terror através dos comentários feitos pelos leitores e rankings de leitura. Isso também inclui a interação com o usuários, já que permite que você responda os comentários.

O Recanto das Letras possui três modalidades de assinatura: Grátis, Premium e Site do Escritor. No caso de ser um iniciante, pode utilizar a conta Grátis preferindo contos mais curtos, eles terão melhor efeito que os capitulados, já que existe um grande volume de postagens de histórias. Começando com histórias mais curtas, você consegue entender, através dos feedbacks dos leitores, como suas histórias estão sendo recebidas.

Conheça mais: recantodasletras.com.br

Recapitulando o Processo Criativo para Escrever Boas Histórias de Terror

Agora que você já tem uma base do processo, vamos recapitular através de um resumo para facilitar a compreensão ou até mesmo a estruturação do seu processo criativo.

1 – Tamanho da História

Escolha se quer criar uma história de terror curta ou capitulada.

2 – Clichê

Escolha sobre o que será o terror: lobisomem, fantasmas, ovnis, vampiros etc.

3 – Cenário

Pense no cenário que propicie possibilidades onde o terror será mais intenso.

4 – Personagens

São aqueles que agirão e sofrerão a ação. Pense numa forma de valorizar seus pontos forte e fracos de modo a aumentar o suspense.

5 – Centro da Ação

Defina o que exatamente deve ser aterrorizante, ou seja, defina qual ação será a tônica da história.

6 – Final da História

Como você acha que deve ser o fim da história. Escreva-o.

7 – Linha do Tempo

Defina a linha do tempo dos acontecimentos e module o suspense e o terror deixando a ação coesa e linear, até chegar ao final que você definiu.

8 – Introdução e Desenvolvimento

Crie uma introdução para localizar o leitor e um desenvolvimento dos acontecimentos conforme a linha do tempo.

9 – Primeira Versão

Junte as partes que você criou e faça uma versão preliminar de seu conto de terror.

10 – Nexo Lógico

Confira a história que você já criou. Faça algumas perguntas sobre os acontecimentos e a interação dos personagens para certificar-se que o nexo da história está presente. De maneira que não haja um ponto que ficou sem solução ou uma “barriga” na história.

11 – Leitura e Correção

Leia algumas vezes e veja se traz o efeito desejado. Faça as correções que ache necessárias.

12 – Versão Final

Sintonia fina dos personagens, cenário e ação central prontos, defina qual será a versão final de sua história. Leia e releia, se for o caso, peça para outras pessoas lerem também. Fique atento às críticas e elogios e veja o que é possível melhorar.

13 – Publique

Publique sua história e interaja com seus leitores. Contos curtos são preferíveis para o caso de ser um escritor iniciante.

Agora Você Já Sabe Como Escrever Boas Histórias de Terror. Aproveite o conhecimento adquirido neste artigo e comece já a escrever suas histórias de terror. Com o tempo você conseguirá ficar cada vez mais afiado e criativo e não haverá nenhuma dificuldade em partir para histórias mais complexas e até livros inteiros.