Eu abri a porta do outro mundo! Eles me esperavam lá. Um forte cheiro de corpo em decomposição tomava conta do ambiente quando aqueles demônios se aproximavam de mim. Exatamente como eu imaginava em meus sonhos, com suas feições malignas, pele queimada, dentes pontiagudos e vermelhos escorrendo sangue.

Eu gritava com eles para se afastarem mas a minha voz não saía. Quanto mais eu me esforçava para não acreditar, mais forte o cheiro ficava e mais próximo das criaturas eu estava. Eram tantos demônios que eu não conseguia entender o que se passava. Eles sussurravam todos ao mesmo tempo palavras confusas.

De repente, meus olhos começaram a ficar brancos como uma tela de pintura, as imagens que passavam diante de meus olhos pareciam um filme esquisito de cinema, daqueles sem sentido. Eu via muitos corpos de animais, muitas moscas sobre as carcaças e um cachorro machucado e com os músculos da perna direita dilacerados. Ele abanava o rabo para mim e parecia familiar. Na hora me lembrei do Benji, um querido amigo que foi atropelado por um vizinho que dirigia bêbado.

Lembro de quando enterrei o Benji e também da última vez que o vi. Na esperança de ver que ele havia sobrevivido, desenterrei seu corpo 15 dias depois e ele estava em decomposição, aquele cheiro veio à minha mente. Era o mesmo que senti quando abri a porta do outro mundo.

Lembrei naquela hora que os pesadelos começaram justamente no dia em que desenterrei o Benji. Chamei o Benji para perto de mim. Ele, como sempre, veio abanando o rabinho ofegante de tanta felicidade. Quando estendi a mão para tocá-lo uma das criaturas gritou palavras que eu não entendi. O Benji, em minha frente, começa a rosnar estranhamente alto, não parecia meu amiguinho de criança. Ele abaixa a cabeça e levanta novamente.

Agora era uma criatura disforme com dentes enormes que avançava para cima de mim. Caí para trás, incrédula. A criatura tinha os mesmos machucados do Benji mas havia se transformado em um demônio de olhos vermelhos com íris verticais, como as cobras. Benji, ou seja lá no que ele tinha se transformado, não me alcançou quando tentou me morder. Agora estava sendo controlado por muitas criaturas sombrias através de uma corrente que ardia em chamas e iluminava parte do cômodo escuro onde eu estava.

Me levantei e perguntei o que estava acontecendo. Não obtive resposta! Comecei a gritar e as criaturas foram se afastando, inclusive o Benji, antes alvoroçado e bravo, agora colocava o rabo destroçado entre as pernas dilaceradas e voltava para o lado mais escuro do cômodo, enquanto as chamas da corrente se apagavam me deixando na mais completa escuridão.

Eu abri a porta do outro mundo! Eles me esperavam lá. Um forte cheiro de corpo em decomposição tomava conta do ambiente quando aqueles demônios se aproximavam de mim. Exatamente como eu imaginava em meus sonhos, com suas feições malignas, pele queimada, dentes pontiagudos e vermelhos escorrendo sangue.

Eu gritava com eles para se afastarem mas a minha voz não saía. Quanto mais eu me esforçava para não acreditar, mais forte o cheiro ficava e mais próximo das criaturas eu estava. Eram tantos demônios que eu não conseguia entender o que se passava. Eles sussurravam todos ao mesmo tempo palavras confusas.

De repente, meus olhos começaram a ficar brancos como uma tela de pintura, as imagens que passavam diante de meus olhos pareciam um filme esquisito de cinema, daqueles sem sentido. Eu via muitos corpos de animais, muitas moscas sobre as carcaças e um cachorro machucado e com os músculos da perna direita dilacerados. Ele abanava o rabo para mim e parecia familiar. Na hora me lembrei do Benji, um querido amigo que foi atropelado por um vizinho que dirigia bêbado.

Lembro de quando enterrei o Benji e também da última vez que o vi. Na esperança de ver que ele havia sobrevivido, desenterrei seu corpo 15 dias depois e ele estava em decomposição, aquele cheiro veio à minha mente. Era o mesmo que senti quando abri a porta do outro mundo.

Lembrei naquela hora que os pesadelos começaram justamente no dia em que desenterrei o Benji. Chamei o Benji para perto de mim. Ele, como sempre, veio abanando o rabinho ofegante de tanta felicidade. Quando estendi a mão para tocá-lo uma das criaturas gritou palavras que eu não entendi. O Benji, em minha frente, começa a rosnar estranhamente alto, não parecia meu amiguinho de criança. Ele abaixa a cabeça e levanta novamente.

Agora era uma criatura disforme com dentes enormes que avançava para cima de mim. Caí para trás, incrédula. A criatura tinha os mesmos machucados do Benji mas havia se transformado em um demônio de olhos vermelhos com íris verticais, como as cobras. Benji, ou seja lá no que ele tinha se transformado, não me alcançou quando tentou me morder. Agora estava sendo controlado por muitas criaturas sombrias através de uma corrente que ardia em chamas e iluminava parte do cômodo escuro onde eu estava.

Me levantei e perguntei o que estava acontecendo. Não obtive resposta! Comecei a gritar e as criaturas foram se afastando, inclusive o Benji, antes alvoroçado e bravo, agora colocava o rabo destroçado entre as pernas dilaceradas e voltava para o lado mais escuro do cômodo, enquanto as chamas da corrente se apagavam me deixando na mais completa escuridão.

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